Quando os nervos começam a aumentar...

Céus. Por vezes parece que tudo vai desabar. Já não aguentamos mais. Roemos as unhas, batemos na mesa, andamos um lado para o outro. Sem parar, sem conseguir dormir, sem conseguir ter paz. É horrível, é incrível é cansativo. Stress, nervos, ansiedade... tudo isto nos leva a este estado.
E torna-se tão difícil. Qualquer coisa nos faz explodir, qualquer coisa nos faz ralhar. Ficamos voláteis e perigosos, ou então tristes e amorfos. Nada é suficiente, nada é demais. E então, decidimos olhar para o relógio ou para o calendário. Ficamos a ver os minutos, horas, dias passarem. A data aproxima-se, o momento está quase a chegar. O sofrimento em breve terminará. Mas como sobreviver até lá? Como não permitir que o nosso pobre coração colapse de tanto nervo e stress? Será tal coisa possível?
É então que achamos os amigos. A família. Os namorados e namoradas, maridos e esposas, noivos e noivas... até os amantes e animais de estimação! Todos servem para aliviar o stress. Decidimos ocupar a nossa cabeça com outras coisas, nem que sejam coisas fúteis. Somente não podemos pensar "naquilo". Só que o dia tem 24 horas, e estamos destinados a passar algumas delas sozinhos e pensativos. E então tudo assola à cabeça de novo, mais forte e doloroso. Tentamos evitar, tentamos fugir. Mas sempre somos apanhados. É realmente assustador. O stress e o nervosismo realmente são monstros incrivelmente abomináveis. Por causa deles nem conseguimos comer, dormir ou pensar direito!
Mas a vida continua. Os dias de facto passam e as horas de facto voam. Antes do nada já chegou. Quase nem nos apercebemos e a hora chega. E até chegar, vamos tentar sofrer pouco. Nem que seja escrevendo um texto para um blog, para evitar pensar nos problemas da vida e no nervosismo e ansiedade que estão ligados ao dia 15 de Setembro de 2008. Nem que seja isto...
*Carlos

Céus. Por vezes parece que tudo vai desabar. Já não aguentamos mais. Roemos as unhas, batemos na mesa, andamos um lado para o outro. Sem parar, sem conseguir dormir, sem conseguir ter paz. É horrível, é incrível é cansativo. Stress, nervos, ansiedade... tudo isto nos leva a este estado.
E torna-se tão difícil. Qualquer coisa nos faz explodir, qualquer coisa nos faz ralhar. Ficamos voláteis e perigosos, ou então tristes e amorfos. Nada é suficiente, nada é demais. E então, decidimos olhar para o relógio ou para o calendário. Ficamos a ver os minutos, horas, dias passarem. A data aproxima-se, o momento está quase a chegar. O sofrimento em breve terminará. Mas como sobreviver até lá? Como não permitir que o nosso pobre coração colapse de tanto nervo e stress? Será tal coisa possível?
É então que achamos os amigos. A família. Os namorados e namoradas, maridos e esposas, noivos e noivas... até os amantes e animais de estimação! Todos servem para aliviar o stress. Decidimos ocupar a nossa cabeça com outras coisas, nem que sejam coisas fúteis. Somente não podemos pensar "naquilo". Só que o dia tem 24 horas, e estamos destinados a passar algumas delas sozinhos e pensativos. E então tudo assola à cabeça de novo, mais forte e doloroso. Tentamos evitar, tentamos fugir. Mas sempre somos apanhados. É realmente assustador. O stress e o nervosismo realmente são monstros incrivelmente abomináveis. Por causa deles nem conseguimos comer, dormir ou pensar direito!
Mas a vida continua. Os dias de facto passam e as horas de facto voam. Antes do nada já chegou. Quase nem nos apercebemos e a hora chega. E até chegar, vamos tentar sofrer pouco. Nem que seja escrevendo um texto para um blog, para evitar pensar nos problemas da vida e no nervosismo e ansiedade que estão ligados ao dia 15 de Setembro de 2008. Nem que seja isto...
*Carlos
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