terça-feira, 22 de junho de 2010

You are so beautiful

You are so beautiful to me
You are so beautiful to me

Can't you see

Your everything I hoped for

Your everything I need

You are so beautiful to me


Such joy and happiness you bring

Such joy and happiness you bring

Like a dream

A guiding light that shines in the night

Heavens gift to me

You are so beautiful to me

You are so beautiful to me, não consegues ver? Tudo o que esperei, tudo o que preciso, tudo o que sonhei e imaginei, nos mais longínquos momentos de fantasia está aí. You are so beautiful to me.

A alegria, a imensa felicidade que a tua pessoa me traz, quando estou contigo, quando não estou e quero estar. Tudo é um sonho, que eu continuo a sonhar vez após vez sem parar. És a minha luz, o meu guia que me mostra o caminho mesmo nos momentos mais escuros da noite mais tenebrosa.

Ninguém me pode garantir que há um céu, e mesmo eu sendo católico devoto, sei que é possível que tudo não passe de uma ilusão. Mas de nada isso me importa, pois ilusão ou não, deu-me o maior presente que eu podia querer, TU!

You are so beautiful to me,
by Joe Cocker



Dedicado a todas aquelas pessoas que sabem, que quando estou com elas, tudo é perfeito, tudo é divino, tudo é... como deveria ser sempre e a toda a hora. Obrigado por existirem, obrigado por existirem NA MINHA VIDA, obrigado simplesmente por serem quem são. Adoro-vos do fundo do meu mais íntimo ser, das profundezas do meu coração.


*Carlos


domingo, 20 de junho de 2010

O que nem sempre vemos


Por vezes, apesar de termos o dom da visão, o dom da audição, o dom do pensamento, nem sempre os utilizamos. Todos temos amigos e familiares com quem gostamos de estar, e que se nos pedirem ajuda nós de todo o coração os ajudaríamos. Mas como disse Fernando Nobre numa palestra dada em 2009 na Faculdade de Ciências Médicas, "o importante é ajudar não quando nos pedem ajuda, mas quando não nos pedem. Quando no silêncio dos sorrisos alguém precisa de nós mas não nos quer, não nos consegue dizer".

É precisamente neste silêncio das palavras, que as súplicas dos amigos deviam ser atendidas. Pensemos então em algumas situações:

Saídas, jantares e outros afins rotineiros de jovens: todos nós certamente gostamos de sair com quem mais queremos. Mas nem sempre o dinheiro chega para tudo. E por muito que não se apercebam, dói quando vemos as fotos de grupo onde não estamos, quando participamos em conversas de brincadeiras que não presenciámos. Quando alguém nos diz que nunca vamos sair com ele ou eles, que nunca entramos nas suas fotos, nas suas recordações. Até que um dia, alguém nos dia, pela calada da noite, enquanto se espera por uma boleia "hei, fazemos uma vaquinha os dois e pagas só metade". Nesse segundo, em que engolimos em seco, e na escuridão escondemos a lágrima que no canto do olho aparece, dizemos que não, que não temos tempo, que não podemos. Na verdade até podíamos, mas para nós a noite já está ganha, com aquele gesto simples de amizade profunda, de alguém que sem nos dizer que percebeu a nossa dor, nos confortou com o seu sorriso e ajuda discreta. Obrigado a todos os que aos seus entes queridos com estas acções os confortam, pois são deste momentos que eles mais se lembrarão. Mais que de todas as noitadas, jantares e cinemas que possam vir.

Eventos únicos: concertos, peças, exposições, viagens. Quem nunca gostou de ir aqui ou ali, sabendo que acontece raramente, mas... simplesmente o preço não compensava? E quantas vezes não se disse a alguém que estava a ser insensato, por achar que algo único nem sempre compensa? Paremos então e pensemos na real utilidade do dinheiro. Para alguns, ele serve para usar quando se precisa e quando se quer. Para outros se calhar, o "quando se quer" é mais limitado. Devíamos entender isso, e devíamos perceber que quando algo não se faz nem sempre é por não se querer. Por vezes, quem não foi, é quem mais queria ter ido!

Prendas: A eterna discussão do material vs simbólico. É verdade que coisas mais caras podem ser simbólicas por ser algo que queríamos muito. E certamente já todos nós dissemos ou alguém nos disse que discordava de que se oferecesse algo, pois não era simbólico. Eu próprio, já disse, como já presenciei a eterna "estás a ser mau", "estás a ser egoísta" ou a sempre cómica "ora não sejas parvo". Mas pensando atrás, se calhar o parvo fui eu. Bilhetes de concertos, peças de roupa caras, instrumentos tecnológicos exorbitantes. Claro que gostei de oferecer. Claro que quem recebeu adorou. Mas, agora que penso atrás, se pudesse, teria oferecido um livro que a pessoa não pode comprar a alguns. Teria oferecido o instrumento tecnológico a quem não o compra porque não pode, e não a quem não compra porque gastou o dinheiro em outra superficialidade. O mesmo para a peça de roupa. E se calhar a quem sugeriu a prenda simbólica em vez da outra mais cara, teria dito (mea culpa) um "olha que até tens razão" em vez do que disse e me arrependo (ter a idade que tinha, não é a meu ver desculpa pois já tinha cabecinha para pensar melhor).

As lamúrias de quem muito tem: Ok, este último tópico é algo controverso. Cada um tem os seus problemas e a sua realidade. Todos sabemos disso. Mas quantos de nós já não se queixaram de algo, que para outros seria um sonho se poderem sequer queixar? Uns de nós queixam-se ou maldizem a própria roupa ou a roupa dos demais - já pensaram que pode ser a que lhe deram? Outros queixamo-nos da falta de dinheiro, que já temos pouco - já pensaram que nós tendo pouco para coisas cuja maioria o pouco delas as torna um sonho? E alguns ainda nos queixamos de mal de amores, que somos uns coitados com namoros e triângulos amorosos - e quantos nunca sequer olharam para eles ou nunca tiveram nada seu apreciado? Todos erramos, e todos nos queixamos demais por vezes. Mas vamos a ter atenção que muita vez também já vi ou senti, a lágrima na alma, de quem ouve as lamúrias, e sorri ou conforta (principalmente na área materialista que a sentimental é relativa) quem se queixa. Se calhar em vez de nos queixarmos a céu aberto, devíamos era agradecer por mesmo não tendo dinheiro na conta, misteriosamente termos dinheiro à vontade e não nos faltar nada não é mesmo?

Enfim, acho que já deu para perceber :) Normalmente não nos cabe a nós ajudar monetária ou emocionalmente os demais. Já ajudamos se soubermos ser amigos e compreender que a nossa realidade não é a dos demais, e que temos que ter atenção às nossas reacções. Claro que quem é nosso amigo não nos leva a mal. Mas sofre, e por vezes muito sem nos dizer. Portanto, vamos a ser realmente amigos do nosso amigo e a utilizar a inteligência que felizmente maioria tem disponível ^^


*Carlos

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Ver da linha lateral



Há dias em que se está tãoooooooo cansado que até dói. Fica-se cansado de estar na lateral. Sentado, em pé, deitado, seja como for, mas sempre na lateral. A observar o jogo que incessantemente decorre na vida. Ansioso por entrar em campo, vai-se esperando, e esperando, e esperando. Mas infelizmente, para alguns, nunca saímos do banco. Nunca entramos em campo. Nunca deixamos de ver da linha lateral.


Mas enfim. Há sempre esperança de um dia entrar em jogo. De não serem sempre aqueles que estão ao nosso lado a fazê-lo. Um dia... um dia...


*Carlos

terça-feira, 15 de junho de 2010

Soundtrack de estudo




Nada melhor para animar e encorajar um estudo que uma das nossas músicas preferidas :)


*Carlos

domingo, 13 de junho de 2010

Hallelujah

I heard there was a secret chord
that david played and it pleased the lord
but you don't really care for music, do you
well it goes like this the fourth, the fifth
the minor fall and the major lift
the baffled king composing hallelujah

hallelujah...


well your faith was strong but you needed proof

you saw her bathing on the roof
her beauty and the moonlight overthrew you
she tied you to her kitchen chair
she broke your throne and she cut your hair
and from your lips she drew the hallelujah

hallelujah...


baby i've been here before
i've seen this room and i've walked this floor
i used to live alone before i knew you
i've seen your flag on the marble arch
but love is not a victory march
it's a cold and it's a broken hallelujah

hallelujah...


well there was a time when you let me know

what's really going on below
but now you never show that to me do you
but remember when i moved in you
and the holy dove was moving too
and every breath we drew was hallelujah

hallelujah...

well, maybe there's a god above

but all i've ever learned from love
was how to shoot somebody who outdrew you
it's not a cry that you hear at night
it's not somebody who's seen the light
it's a cold and it's a broken hallelujah

hallelujah...

HALLELUJAH by Rufus Wainwright



(yeah, não é a versão original, mas é a que mais gosto :P)


*Carlos


quinta-feira, 10 de junho de 2010

Dual Splitting


A partir de hoje, e porque gosto de alguma organização, dividi o blog em dois diferentes.

1 - Blog Principal: este, onde continuo a postar os pensamentos, ideias e opiniões

2 - No Name Story: o outro blog onde vou colocando em formato de arquivo os capítulos da história


*Carlos

Quando se cai, levanta-se!

Quanto mais sofremos, com mais força devemos arrancar




Há sempre aquelas alturas em que só apetece ficar em casa a deprimir. Então se estivermos a estudar para exames, basta algo correr mal, e damos por nós a escavar um poço muito fundo.

So what? E se tudo andar a correr mal? E se todas as coisas que se apresentam como boas e promissoras acabarem a ser somente desculpas criativas de alguém para nos magoar? Até a vontade de escrever aqui se foi... já nem despejar os pensamentos e emoções em palavras, fosse onde fosse, já nem isso ajudava. E eu que sempre fui de escrever tanto mais quanto mais fortes fossem as emoções, nem que fossem más.

Mas chega de auto-flagelamento psicológico. Nem todos estamos destinados a ter as mesmas coisas, muito menos a vivenciar a mesma felicidade. E se uns podem desfrutar de A ou B quando ainda são novos, se calhar outros só o poderão fazer quando já tiverem mais idade e maioria já advier de muito suor e sangue pessoal derramado. Mas se calhar, para alguns de nós essa seja a forma de ser felizes. Se calhar para alguns de nós, a felicidade que aparece facilmente não iria ser recompensadora.

Cada um tem o que merece. Quanto mais se quiser, menos se tem. Pessoalmente, acho que é tudo mentira e desculpas esfarrapadas dos tristes se alegrarem e dos alegres não se sentirem mal. Acho que todos temos que enfrentar os nossos infernos em Terra. E se os de alguns aparentam por agora ser mais flamejantes que outros, então se calhar é tudo fogo de vista. Ou se calhar é como a história da humanidade nos mostra: é tudo uma questão de geração. O que hoje flameja e arde de dor, amanhã poderá aquecer de alegria. U just never know, now do you :)


*Carlos