quinta-feira, 10 de junho de 2010

Quando se cai, levanta-se!

Quanto mais sofremos, com mais força devemos arrancar




Há sempre aquelas alturas em que só apetece ficar em casa a deprimir. Então se estivermos a estudar para exames, basta algo correr mal, e damos por nós a escavar um poço muito fundo.

So what? E se tudo andar a correr mal? E se todas as coisas que se apresentam como boas e promissoras acabarem a ser somente desculpas criativas de alguém para nos magoar? Até a vontade de escrever aqui se foi... já nem despejar os pensamentos e emoções em palavras, fosse onde fosse, já nem isso ajudava. E eu que sempre fui de escrever tanto mais quanto mais fortes fossem as emoções, nem que fossem más.

Mas chega de auto-flagelamento psicológico. Nem todos estamos destinados a ter as mesmas coisas, muito menos a vivenciar a mesma felicidade. E se uns podem desfrutar de A ou B quando ainda são novos, se calhar outros só o poderão fazer quando já tiverem mais idade e maioria já advier de muito suor e sangue pessoal derramado. Mas se calhar, para alguns de nós essa seja a forma de ser felizes. Se calhar para alguns de nós, a felicidade que aparece facilmente não iria ser recompensadora.

Cada um tem o que merece. Quanto mais se quiser, menos se tem. Pessoalmente, acho que é tudo mentira e desculpas esfarrapadas dos tristes se alegrarem e dos alegres não se sentirem mal. Acho que todos temos que enfrentar os nossos infernos em Terra. E se os de alguns aparentam por agora ser mais flamejantes que outros, então se calhar é tudo fogo de vista. Ou se calhar é como a história da humanidade nos mostra: é tudo uma questão de geração. O que hoje flameja e arde de dor, amanhã poderá aquecer de alegria. U just never know, now do you :)


*Carlos

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