Há com cada coisa neste mundo...

Todos sabemos que o mundo em si é baseado em baixas probabilidades... Desde a probabilidade do Big Bang ter permitido a expansão da matéria pelo Universo, passando pelas chances do nosso planeta ter a massa ideal e à distância ideal do sol. E quais seriam os números daquela primeira molécula criar uma mebrana que a separasse do meio extracelular e permitisse desenvolver-se?
Sim, sem dúvida toda a nossa existência é apenas a soma de incriveis coincidências estatísticas, para além de impossíveis de imaginar. Será obra divina? Pura sorte? Bem, eu prefiro não me pôr a adivinhar, e somente dar graças a todas as coincidências que me permitiram nascer. Mas claro, não para por aqui! Só o nosso nascimento já é como jogar no euromilhões! A quantidade de combinações genéticas é assustadora, a imensidão de coisas que podem correr mal também. Mas mesmo contra todas as hipóteses, lá aparecemos nós, únicos e especiais.
Nascemos... e depois? Bem e depois a sorte continua! Doenças, cataclismos, acidentes. Tanta coisa pode pôr fim à nossa tão frágil existência. Mas não! Persistimos e sobrevivemos. Um dia após o outro. Abrimos os olhos ao mundo, começamos a explorar, uma mão à frente da outra, um pé depois do outro. Começamos a aprender, a fazer amigos e conhecidos. Vemos como no mundo existem mais milhares, mais milhões de coincidências espantosas como nós. E é com elas que vivemos, é com elas que aprendemos, é com elas que crescemos!
Isto não falando claro, das duplas coincidências de encontrar-mos alguém igual a nós. Pode ser fisicamente parecido ou simplesmente não ter nada a ver no corpo, mas ter uma mente gémea. Ou quem sabe os dois? Ou três! Sim, sim... tudo é possível neste mundo, com um pouco de sorte claro.
Agora, a real pergunta fica: será que a sorte existe? É certo que por vezes parece que tudo nos corre mal na vida. Somos infelizes academicamente, profissionalmente, familiarmente, socialmente. Até no amor parece que nada corre bem. Mas se pensarmos bem, se pusermos a nossa simples existência em perspectiva, então tudo muda de figura!
É isso mesmo. Independentemente de ser sorte, obra divina ou impossibilidade matemática, o facto é que existimos! Já pensaram a quantidade de outras coisas que nunca aconteceram para que nós pudessemos sequer nascer? É infinito o conjunto de probabilidades, de realidades alternativas, que "poderia" ter aparecido em vez da nossa.
Vamos ser um pouco mais felizes então ok? Nem que seja pelo simples facto de termos a sorte ou a benção de poder existir...
*Carlos
2 comentários:
Tá fixe mas aprende a escrever. É "termos" e não "ter-mos"...
LOL... erro na escrita :P
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